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Tudo sobre o novo MMORPG Horizon Steel Frontiers, ambientado no universo de Horizon

Horizon Steel Frontiers leva o universo de Horizon ao formato MMORPG com combates massivos e mundo aberto em Deadlands.
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NoPing

11/13/2025

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A notícia caiu como bomba no G-Star 2025: a NCSOFT anunciou Horizon Steel Frontiers, o primeiro MMORPG ambientado no universo de Horizon.

A revelação foi feita com um trailer e um vídeo de apresentação que mostram cenas cinematográficas e quase dez minutos de gameplay prévia, deixando claro que a proposta é levar a ação de caça a máquinas para uma experiência massiva, persistente e acessível tanto em PC quanto em dispositivos móveis.

Neste artigo eu reúno tudo que já sabemos: como o jogo se posiciona dentro do universo de Horizon, plataformas e tecnologia, o conceito de mundo e combate, o que muda para fãs da franquia, dúvidas e ressalvas sobre lançamento e disponibilidade, e o que acompanhar daqui para frente.

O que é Horizon Steel Frontiers

Horizon Steel Frontiers é um MMORPG construído em parceria entre a NCSOFT e a Guerrilla Games, o estúdio por trás dos jogos principais da série Horizon e de Killzone.

A proposta é transportar a experiência de caça a máquinas, exploração e narrativa ambiental para um formato massivo, onde milhares de jogadores podem compartilhar a mesma fronteira.

O anúncio oficial e o material de imprensa destacam que o jogo foi pensado para oferecer combate em larga escala, sistemas profundos de customização de combate e um mundo aberto contínuo batizado de Deadlands.

https://youtu.be/bN-NNgWIyIQ

Plataformas, modelo e tecnologia

A NCSOFT confirmou que Steel Frontiers será cross-platform entre PC e dispositivos móveis, rodando na plataforma PURPLE, solução proprietária da NCSOFT focada em experiências conectadas entre mobile e PC.

O jogo foi anunciado como free to play, dentro de uma única experiência persistente e sem divisão por servidores tradicionais no conceito clássico.

Ainda não houve confirmação oficial de uma versão para PlayStation ou consoles tradicionais no anúncio inicial.

O uso da plataforma PURPLE é um ponto estratégico. A NCSOFT tem investido há anos em infraestrutura que unifica experiências de PC e mobile, com a ambição de levar jogos complexos a um público muito maior.

Para o universo Horizon, isso significa que a jogabilidade precisa ser redesenhada para funcionar bem tanto em tela grande quanto em toque, mantendo a sensação de caça e reação tátil às máquinas.

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Onde se passa a história: Deadlands

O mapa central apresentado no trailer se chama Deadlands, descrito como uma fronteira inspirada nas paisagens do Arizona e Novo México.

O cenário mistura ambientes naturais vastos, ruínas de estruturas humanas e ecossistemas dominados por máquinas de diversos portes.

A ideia é preservar a estética característica de Horizon: paisagens belíssimas, tecnologia antiga corroída pelo tempo e máquinas que remetem a fauna pré-histórica, mas em escala pensada para eventos massivos entre jogadores.

Deadlands é apresentado como um teatro para encontros emergentes entre jogadores. Haverá tanto atividades cooperativas tradicionais de um MMORPG, como raids e caçadas coordenadas, quanto disputas entre tribos ou facções por recursos e territórios.

O tom do mundo, pelo que o material inicial mostra, é mais uma fronteira de sobrevivência do que um cenário linear de narrativa; isso deve incentivar criação de conteúdo pelos próprios jogadores.

Jogabilidade e combate: o que muda

Um dos pontos mais comentados no anúncio é a tentativa de preservar a sensação de “hunting action” de Horizon dentro de um sistema MMO.

O trailer e a sequência de gameplay destacam confrontos gigantescos contra criaturas mecânicas que exigem coordenação entre muitos jogadores, uso de ferramentas de mobilidade e estratégia para acertar pontos fracos das máquinas.

As promessas incluem combate personalizável, coleta de partes de máquinas para criar ou modificar armas e sistemas que permitem reutilizar equipamentos obtidos em batalhas.

Diferentemente dos jogos single player da franquia, em Steel Frontiers os jogadores criarão personagens próprios, com liberdade de customização visual e de builds de combate.

O foco em lutas em grande escala remete a mecânicas de jogos como Monster Hunter e a outros MMOs orientados a raids, mas com a identidade visual e mecânica de comportamento das máquinas herdada de Guerrilla.

A promessa é de encontros memoráveis: derrotar uma máquina colossal será um evento que pode envolver dezenas a centenas de jogadores, dependendo da atividade.

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O papel da Guerrilla Games e a colaboração criativa

Guerrilla aparece nos materiais oficiais como parceira criativa, com integrantes do estúdio comentando sobre a adaptação do universo e o esforço para preservar a sensação de Horizon.

Jan-Bart van Beek, diretor de estúdio e de arte da Guerrilla, aparece em entrevistas falando sobre entusiasmo com a parceria.

Do lado da NCSOFT, executivos como Kim Taek-jin e o produtor executivo Sunggu Lee comentaram a visão de levar a franquia para um formato massivo e as escolhas de design que guiaram as primeiras demonstrações.

Vale destacar que parcerias desse tipo ocorrem quando o detentor da propriedade intelectual (neste caso a Sony/Guerrilla) quer garantir que a essência de sua marca seja respeitada.

Isso não garante que todas as mecânicas e narrativas clássicas estarão presentes como nos jogos single player, mas indica um nível de supervisão e colaboração que tende a preservar elementos visuais, design de máquinas e linguagem de mundo.

Reações iniciais da comunidade e pontos de atenção

A recepção inicial nas redes e na imprensa mistura empolgação e ceticismo. Fãs que amam a narrativa single player e a personagem Aloy observam que Steel Frontiers não foca em personagens já conhecidos e que pode se distanciar do tom pessoal das aventuras solo.

Outros jogadores celebram a possibilidade de confrontos gigantescos e de um Horizon jogável em dispositivos móveis.

Plataformas de imprensa e criadores também levantaram dúvidas sobre monetização, economia do jogo, e como a NCSOFT lidará com equilíbrio entre jogadores em PC e mobile.

Do ponto de vista técnico, a escala prometida para encontros massivos traz desafios de infraestrutura, latência e balanceamento. A NCSOFT tem expertise em jogos online de grande escala, mas entregar a mesma qualidade visual e responsividade em mobile e PC será um teste de implementação.

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Perguntas sem resposta por enquanto

O anúncio deixou algumas questões em aberto que são relevantes para entender o futuro do projeto. Entre elas estão:

  • Data de lançamento: ainda não há janela de lançamento oficial.
  • Plataformas além de PC e mobile: PlayStation e outros consoles não foram confirmados no anúncio inicial.
  • Modelo de monetização detalhado: o jogo foi descrito como free to play, mas detalhes sobre cosmetics, passes de temporada, microtransações e impacto no balanceamento não foram divulgados.
  • Como será a integração com a lore principal: ainda não está claro se eventos do MMO influenciarão ou serão referenciados em futuros jogos single player da franquia.

O que acompanhar a seguir

Para quem quer ficar por dentro das novidades, acompanhar os canais oficiais da NCSOFT e da Guerrilla é o caminho mais direto.

O site oficial já trouxe o trailer e as entrevistas iniciais, e espera-se que informações sobre alfa fechada, testes regionais e o modelo de negócios sejam divulgadas gradualmente nas próximas semanas e meses.

A imprensa especializada e canais de jogos também deverão publicar análises do vídeo de gameplay e entrevistas expandidas com a equipe de desenvolvimento.

Horizon Steel Frontiers representa uma ambiciosa expansão do universo Horizon para o formato MMORPG, com a promessa de combates em larga escala, customização profunda e um mundo persistente chamado Deadlands.

A colaboração entre NCSOFT e Guerrilla sugere cuidado em preservar a identidade visual e de mundo da franquia, ao mesmo tempo em que a NCSOFT traz sua expertise em jogos online para tornar a experiência acessível em PC e mobile via PURPLE.

As reações iniciais misturam expectativa e cautela, e as principais dúvidas agora são sobre datas, plataformas adicionais e como o modelo free to play será implementado.

Se você é fã de Horizon e curte jogos online em que a coordenação entre jogadores cria momentos épicos, Steel Frontiers é um título para acompanhar de perto.

Para quem prefere a narrativa solo e a experiência cinematográfica com protagonistas já estabelecidos, faz sentido esperar por mais detalhes antes de se empolgar completamente.

Em todo caso, trata-se de um projeto que pode transformar a forma como a franquia alcança novas audiências, e as próximas divulgações serão decisivas para entender o tamanho dessa transformação.

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