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Ravenswatch: como melhorar ping e estabilidade no Brasil

Ravenswatch: como melhorar ping e estabilidade no Brasil
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Carlos Melo Silva Junior

06/22/2026

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Ravenswatch é um action roguelite isométrico da Passtech Games, publicado pela Nacon, com co-op para até 4 jogadores e 11 heróis de contos de fadas corrompidos por Pesadelos, espalhados por 4 atos com bosses, progressão meta e Hard Mode como endgame.

INTRO

Ravenswatch é um dos action roguelites cooperativos mais marcantes do catálogo recente da Nacon, e o lançamento completo em setembro de 2024, após mais de um ano em Early Access desde 2023, transformou o jogo da Passtech Games — o mesmo estúdio de Curse of the Dead Gods — em uma referência para quem busca runs rápidas, builds variadas e partidas online de até quatro jogadores. A premissa é simples e poderosa: um grupo de heróis baseados em contos de fadas (fairy tales) é convocado para conter os Pesadelos, criaturas que corromperam as próprias histórias que conhecemos. Em campo, o jogador controla personagens como Aladdin, Branca de Neve, Beowulf, Carmilla, Crooked Man, Geppetto, Melusine, Pied Piper, Chapeuzinho Vermelho, Scarlet e The Sun Knight, cada um com kit, estilo e ritmo de progressão próprios.

O loop de gameplay combina exploração isométrica, combate em tempo real, escolhas de traits e itens entre encontros, e bosses no final de cada um dos quatro atos. Entre uma run e outra entra a progressão meta: desbloqueios permanentes, novos traits, dificuldades adicionais e o Hard Mode, que é o verdadeiro endgame para quem já domina o ciclo padrão. Construído na engine Unity, Ravenswatch roda no PC via Steam e Epic Games Store, além de PS5, Xbox e Nintendo Switch, com servidores globais da Nacon que sustentam o multiplayer cross-region.

Este guia de 2026 foi escrito para o jogador brasileiro que quer entender o sistema em profundidade, montar uma tier list útil dos 11 heróis, planejar builds com traits, atravessar os 4 atos com seus bosses, encarar o Hard Mode com lógica e ainda manter conexão estável em sessões co-op longas. É aí que entra o NoPing Game Booster, com tecnologias como Multi Connection com 5 rotas paralelas com IA, Multi Internet com até 6 conexões físicas paralelas, Boost FPS no cliente Unity e suporte ao anti-cheat proprietário Passtech/Nacon — tudo pensado para que a corrida contra os Pesadelos dependa apenas da sua habilidade, e não de oscilações de rede.

Sistema action roguelite co-op para 4 jogadores + 11 heróis de contos de fadas corrompidos

Ravenswatch nasce como um action roguelite isométrico, mas se diferencia rapidamente da concorrência por três pilares: ritmo, escolha e cooperação. O ritmo é definido pelo ciclo de dia e noite: dentro de cada um dos 4 atos, você tem um tempo limitado para explorar o mapa, completar eventos, derrotar mini-bosses, coletar itens e subir pontos de traits antes de enfrentar o boss Pesadelo. A escolha aparece em cada level up, em cada altar e em cada evento, com traits que reformulam habilidades, talentos passivos e itens que mudam completamente a forma de jogar. A cooperação é o ponto que sustenta tudo: até 4 jogadores em um mesmo lobby, dividindo o mapa, sincronizando ultimates e cobrindo fraquezas individuais de cada herói.

Os 11 personagens jogáveis são todos heróis de contos de fadas corrompidos pelos Pesadelos — figuras reconhecíveis de histórias clássicas, agora marcadas por uma influência sombria que devastou seu mundo. O elenco é deliberadamente diverso em arquétipos, e isso é essencial para entender o jogo:

  • Aladdin: caçador ágil de longa distância, focado em flechas, mobilidade e combos com sua lâmpada mágica.
  • Branca de Neve: lutadora corpo a corpo com pegada de guerreira, usando aliados e animais como suporte ofensivo.
  • Beowulf: bruiser pesado, com investidas, controle de área e alta resistência.
  • Carmilla: vampira sanguinária, baseada em roubo de vida e sustain por dano contínuo.
  • Crooked Man: mestre de armadilhas, controla o espaço e dita o ritmo do combate.
  • Geppetto: invocador, depende de marionetes e gestão de cooldowns para escalar dano.
  • Melusine: maga de gelo e tempestades, excelente controle de área à distância.
  • Pied Piper: usa ratos e melodias para aplicar dano contínuo e debuffs em massa.
  • Chapeuzinho Vermelho: caçadora versátil, alterna entre forma humana e estado mais agressivo, combinando corpo a corpo e ataques à distância.
  • Scarlet: personagem ágil focada em combos, status e mobilidade aérea.
  • The Sun Knight: cavaleiro de luz com habilidades de purificação, dano radiante e papel parcial de suporte.

Em co-op de 4 jogadores, a combinação desses kits é o que separa runs medianas de runs lendárias. Uma equipe pode, por exemplo, combinar o controle gelado de Melusine com a pressão corpo a corpo de Beowulf, a sustentação de Carmilla e o dano à distância consistente de Aladdin. Ou optar por algo mais caótico, com Pied Piper espalhando ratos, Crooked Man criando armadilhas, Geppetto preenchendo o campo com marionetes e Scarlet finalizando alvos prioritários. Os Pesadelos de Ravenswatch raramente perdoam composições mal coordenadas em dificuldades altas — daí a importância de definir papéis antes de começar.

Para iniciantes, três pontos são essenciais:

Primeiro: cada run é independente; morrer zera a run atual, mas alimenta a progressão meta.
Segundo: o tempo é seu inimigo silencioso. Ignorar o relógio dentro de um ato significa chegar ao boss subnivelado.
Terceiro: o jogo recompensa exploração ativa. Acampamentos, eventos secundários e combates opcionais são o que desbloqueia traits raros e itens decisivos.

Tier list dos heróis Aladdin/Branca de Neve/Beowulf etc. + builds de traits

Toda tier list em roguelite precisa de ressalvas, e em Ravenswatch isso é ainda mais verdadeiro porque o sistema de traits pode transformar completamente um personagem dentro de uma única run. Um herói considerado “B” pode virar “S” com a combinação certa de talentos. Ainda assim, existem padrões claros para 2026 que ajudam a guiar decisões, especialmente no Hard Mode e no co-op avançado.

Tier S — desempenho consistente muito alto

  • Aladdin: alto dano à distância, mobilidade e excelente consistência. Builds focadas em múltiplas flechas e crítico derretem bosses rapidamente.
  • Branca de Neve: híbrida de corpo a corpo com utilidade de companions. Em builds centradas em aliados, domina mapas inteiros sozinha.
  • Melusine: controle de área extremamente forte, excelente contra hordas e bosses parados, escala muito bem com redução de cooldown.

Tier A — muito fortes com pequenas dependências

  • Beowulf: tanque confiável, excelente em times que precisam de front line.
  • Carmilla: monstruosa em builds de vampirismo e dano contínuo, mas exige controle para não se expor demais.
  • The Sun Knight: dano consistente e suporte híbrido, excelente em composições equilibradas.

Tier B — sólidos com curva de aprendizado

  • Geppetto: quando dominado, escala absurdamente no ato 3 e 4, mas começa mais fraco.
  • Crooked Man: controle de espaço excelente, mas exige leitura de mapa e posicionamento.
  • Chapeuzinho Vermelho: versátil, mas depende muito dos traits iniciais.

Tier C — especializados

  • Pied Piper: dano distribuído que exige paciência e setup, mas brilha com sinergias certas.
  • Scarlet: mobilidade altíssima compensa parte do teto de dano menor.

Princípios de builds e traits

  1. Defina o “trait core” do personagem antes de começar.
  2. Evite builds muito misturadas; coerência importa mais que variedade.
  3. Ajuste sobrevivência conforme o ato: atos iniciais permitem builds agressivas; atos finais exigem defesa e sustain.

No co-op, dois personagens iguais não substituem funções diferentes. Dois Aladdins não cobrem o papel de controle de Melusine, por exemplo.

4 atos com bosses + progressão meta + endgame Hard Mode

A campanha de Ravenswatch é dividida em 4 atos, cada um com mapa próprio, eventos, mini-bosses e um boss final de Pesadelo. A progressão macro é linear, mas a micro é altamente livre.

Estratégia por ato

  • Ato 1: fase de fundação. Definição de build e primeiros traits essenciais.
  • Ato 2: aumento de densidade de eventos e primeiros testes reais de dano sustentado.
  • Ato 3: pico de dificuldade com elites mais perigosos e menor margem de erro.
  • Ato 4: endgame da run, exigindo execução perfeita e gestão total de cooldowns.

Bosses

Cada boss representa um Pesadelo com padrões próprios. Três princípios gerais:

  • Aprenda as fases.
  • Prepare burst ou controle conforme sua build.
  • Em co-op, coordene foco de alvo.

Progressão meta

Fora das runs, o jogo oferece progressão permanente com desbloqueio de traits, dificuldades e opções adicionais. Isso amplia as possibilidades de builds nas runs futuras.

Hard Mode

O Hard Mode é o verdadeiro endgame:

  • maior dano inimigo
  • padrões mais agressivos
  • menos margem de erro

Recomendações:

  • só entre após dominar o jogo base
  • use builds consistentes
  • planeje composição no co-op
  • priorize elites em combates caóticos

Um marco comum de maestria é completar o ato 4 em Hard Mode com todos os 11 heróis.

Conexão estável + NoPing

Jogos cooperativos de roguelite sofrem fortemente com instabilidade de rede. Em Ravenswatch, qualquer problema de conexão pode significar dash atrasado, ultimate não registrado ou queda em um boss no ato final. O jogo utiliza servidores globais da Nacon, o que pode gerar rotas longas para jogadores no Brasil.

O NoPing Game Booster atua justamente nesse ponto.

Multi Connection com 5 rotas paralelas com IA

Cria múltiplas rotas e seleciona automaticamente a mais estável em tempo real, reduzindo jitter e variações de latência.

Multi Internet com até 6 conexões físicas

Permite uso simultâneo de múltiplas conexões, aumentando estabilidade geral e reduzindo impacto de oscilações individuais.

Boost FPS no cliente Unity

Otimiza o desempenho do jogo ao reduzir carga de processos paralelos, ajudando na estabilidade de frame pacing.

Anti-cheat proprietário Passtech/Nacon

Ravenswatch usa sistema proprietário de anti-cheat da Passtech/Nacon, compatível com ferramentas de otimização de rota.

Contexto para o Brasil

No Brasil, o maior problema não é velocidade, mas rota e peering entre ISPs e servidores internacionais. O NoPing foca em otimização dessas rotas, especialmente para provedores como Vivo Fibra, Claro/NET e TIM.

FAQ

1) O que é Ravenswatch?

É um action roguelite isométrico com co-op de até 4 jogadores, desenvolvido pela Passtech Games e publicado pela Nacon, com heróis de contos de fadas corrompidos por Pesadelos.

2) Em quais plataformas está disponível?

PC (Steam e Epic), PlayStation 5, Xbox e Nintendo Switch.

3) Quantos personagens existem?

São 11 heróis jogáveis.

4) Qual é o melhor personagem para iniciantes?

Aladdin e Branca de Neve são os mais acessíveis.

5) O que é o Hard Mode?

Modo de alta dificuldade com inimigos mais fortes, menos margem de erro e foco em execução perfeita.

6) O jogo tem cross-play?

Depende da versão e da configuração atual do jogo.

7) Qual anti-cheat é usado?

Um sistema proprietário da Passtech/Nacon.

8) Como o NoPing ajuda no co-op?

Otimizando rotas de conexão, reduzindo latência e melhorando estabilidade em sessões multiplayer.

Comparação com concorrentes

NoPing e qualquer concorrente do Top 20 devem ser analisados com base em qualidade de rota, estabilidade, perda de pacotes, jitter e caminho até os servidores de League of Legends. Não é apenas uma questão de ping.

Perguntas frequentes

1. League of Legends depende só da velocidade da internet?
Não. Rota, jitter, perda de pacotes e peering do provedor também influenciam.

2. Como testar o NoPing no LoL?
Compare a mesma fila antes e depois da troca de rota.

3. Qual problema é comum no Brasil?
Rotas ruins entre provedores e servidores são mais comuns que baixa velocidade.

4. O NoPing garante ping menor?
Não. Ele otimiza rotas, mas o resultado depende de vários fatores.

5. Vale comparar com concorrentes?
Sim, analisando estabilidade, jitter e perda de pacotes.

6. Anti-cheat bloqueia otimização?
Não, desde que não haja manipulação de arquivos ou pacotes do jogo.

7. O que observar além do ping?
Jitter, perda de pacotes e estabilidade durante a partida.

8. Quando trocar de rota?
Quando houver instabilidade do provedor ou mudanças de desempenho.

ISPs brasileiros e rotas para League of Legends

No Brasil, o desempenho no League of Legends depende mais da rota entre seu provedor e os servidores da Riot do que da velocidade contratada.

  • Vivo Fibra: geralmente estável, mas com variações regionais em horários de pico.
  • Claro/NET: pode apresentar perda de pacotes em rotas longas.
  • TIM Live: boa no Sudeste, com variação fora do eixo principal.
  • Nio (ex-Oi Fibra): rede em expansão, ainda ajustando qualidade de rota.
  • Brisanet: excelente regionalmente, mas com latência maior em rotas nacionais/internacionais dependendo da localidade.

O NoPing atua testando rotas alternativas até os servidores da Riot e selecionando o caminho mais estável no momento, com resultado variando conforme provedor, horário e região.

Contexto local de rota e servidores

No Brasil, rotas ruins entre provedor e região do servidor costumam importar mais que velocidade bruta. Teste a mesma fila antes e depois da troca de rota e compare ping, jitter e perda de pacotes.

Nota técnica

Ping, perda de pacotes, jitter e FPS são problemas diferentes. Otimização de rota pode ajudar na conexão, mas não resolve gargalos de CPU/GPU, Wi-Fi congestionado ou problemas do servidor do jogo.